Stalking digital: quando a curiosidade passa dos limites

Stalking digital: quando observar vira sofrimento

Com as redes sociais, tornou-se comum acompanhar a vida de outras pessoas pela internet. Ver fotos, publicações e atualizações faz parte da rotina digital de muita gente. No entanto, quando essa observação se torna repetitiva, invasiva ou difícil de controlar, pode deixar de ser apenas curiosidade e se transformar em um comportamento de sofrimento.

O termo stalking vem do inglês e significa perseguir. No contexto digital, ele pode aparecer como uma busca constante por informações sobre alguém, monitoramento de atividades, checagem frequente de perfis, tentativa de controlar passos ou necessidade de saber tudo o que a outra pessoa faz online.

Em alguns casos, esse comportamento pode estar ligado a insegurança, ciúme, dependência emocional, medo de abandono, obsessividade ou dificuldade de lidar com rejeições e limites. A pessoa pode perceber que está agindo de forma excessiva, mas ainda assim sentir dificuldade de interromper o ciclo.

O stalking digital também pode causar prejuízos importantes para quem é alvo desse comportamento, gerando medo, desconforto, sensação de invasão e perda de segurança. Por isso, é fundamental reconhecer quando uma atitude ultrapassa os limites saudáveis de interesse e passa a afetar a vida emocional, os relacionamentos e a rotina.

A psicoterapia pode ajudar a compreender as emoções por trás desse comportamento, identificar gatilhos, trabalhar limites e construir formas mais saudáveis de lidar com vínculos, perdas, insegurança e ansiedade.

Se você sente que está preso a padrões de controle, vigilância, ciúme ou sofrimento em relações afetivas e digitais, buscar ajuda pode ser um passo importante. Entre em contato e agende uma consulta.

Luísa Buhr Ciulla – Psicóloga em Porto Alegre
Atendimento psicológico voltado ao acolhimento, relações afetivas, ansiedade, dependência emocional, autoestima e cuidado em saúde mental.
Entre em contato e agende uma consulta.